22/11/2009

ESTRÉIA do BINO MARK II


13 de Abril de 1.968.
IV 1.000 Kms. de Brasília, prova realizada no Eixo Monumental.
Em 1º, Luiz Pereira Bueno / José Carlos Pace / Bino MK II, Assista ao Vídeo .
E completaram o podium, em 2º Mario Olivetti / Renato Peixoto / Alfa Romeo GTA e
3º, Emerson Fittipaldi / Lian Duarte / Fitti Porsche.
Agradecimentos ao resgate histórico de vídeos .

21/11/2009

UMA HOMENAGEM e 51 ANOS se PASSARAM...

A Câmara Municipal de São Vicente–SP, a 1ª Câmara das Américas, através do
DECRETO-LEGISLATIVO N.º 30/09, de 29/10/2009 do Senhor Vereador José Soares (PSDB), concedeu por unanimidade o Título de Cidadão Vicentino ao Piloto Bird Clemente, pelos relevantes serviços prestados à coletividade vicentina durante os 20 anos que residiu no Município.

Na data próxima de 03/12/09, em sessão solene no plenário da Câmara Municipal de São Vicente, Bird Clemente receberá a Homenagem, com presença de ex-pilotos como Chico Lameirão, Luizinho, Bob Sharp, Alex Dias Ribeiro, e muitos mais, assim como Jornalistas especializados em Automobilismo, Autoridades e os sempre presentes Deputado Estadual Bruno Covas e o Deputado Federal Marcio França.

Convidamos todos a prestarem juntos esta homenagem e passar momentos ao lado dos grandes nomes do Automobilismo Brasileiro. Para receber seu convite e maiores detalhes,
favor enviar nome, endereço completo para: contato@luizpereirabueno.com.br.

A 1ª Mil Milhas, de SABÓ e PAPS....

Luizinho e Bird. O 1º Patrocínio, e frente a frente com o Barão Fittipaldi.....

Conheça esta e muitas outras histórias, no livro Entre Ases e Reis de Interlagos,
adquirindo diretamente do site de Bird Clemente .

13/11/2009

TERÇA FEIRA, 10/11/09.

Luizinho passou o dia em Interlagos. Após anos, acelerou na pista, agora os Maverick V8 da MFG Racing Team, equipe que Comanda no Paulista de Históricos V8.
Uma vida dedicada ao Automobilismo Brasileiro, com Maestria proporcionou momentos maravilhosos.
Em dezembro, seu site estará no ar, www.luizpereirabueno.com.br com a documentação completa deste dia.

Luizinho andou no #8.

Assim como Arthur Bragantini.

Conversas com o velho amigo Chico Rosa.

Junto a Hamiltinho, Cleverson, Amilton, Arthur Bragantini e Reinaldo.

Autografando a réplica de seu capacete Bell.

Se preparando.

Instalado.

Saindo dos boxes.

Entrando na Pista na réplica do Famoso 11 Hollywood.

Veja no Canal do Luizinho no Youtube trechos de Luizinho acelerando.

Agradecimento especial a Roberto Seixas, Chico Rosa, Toninho de Souza e toda equipe presente.

06/11/2009

EQUIPE WILLYS em INTERLAGOS.


Veja no Canal do Luizinho no Youtube trechos do Documentário, Venceu o Brasil, produção de Jean Manzon, contando a História da Fábrica Willys.
Em dezembro no ar o site www.luizpereirabueno.com.br, onde além de muitas, Luizinho e Bird irão descrever os personagens desta filmagem.
Conheça o maravilhoso trabalho de resgate da história realizado pela DANA

03/11/2009

SITE LUIZ PEREIRA BUENO


Caros Amigos

Em dezembro passado, colocamos no ar este blog, com o intuito de divulgar um pouco da história do Luiz e seus amigos.
Foram mais de 200 mil pageviews, de todos cantos do planeta, casos pitorescos como de um fã da Alemanha que pede foto autografada, pois viu Luizinho andar em 1.972 na Áustria, a colecionadores de autógrafos dos Pilotos que andaram na Fórmula 1.
Fãs do Brasil, narrando fatos, passagens que viveram, contribuindo com material, procurando saber de posters, camisetas, carros em escala, enfim, produtos ligados à imagem do Luiz.
São muitas as lembranças do Luiz, um acervo fotográfico exclusivo, documentos históricos originais, como das Mil Milhas de 59 e outras edições, a história única da Equipe Z / Hollywood desde seu início, até o encerramento das atividades em Santo Amaro, a Equipe Willys...., enfim, uma vida voltada ao Automobilismo.
Viabilizamos então a migração para um domínio exclusivo, em fase final de acabamento, que breve estará no ar, onde todos poderão navegar com mais facilidade e interação, além de poder proporcionar uma rentabilidade financeira ao Peroba, dentre seu direito único de Uso de Imagem.
Paralelamente, junto a Luizinho, Bird, Chiquinho, Bob, Ingo e mais amigos, estamos a todo vapor na criação da ASSOCIAÇÃO BRASIL das PISTAS de COMPETIÇÃO, ASES do GRID, entidade sem fins lucrativos, apenas uma Instituição física da Memória e História do Automobilismo Brasileiro de Competição.
Citar os amigos que ajudaram e ajudam a divulgar este espaço, que contribuem, como Mestre Joca que nos trouxe Fritz Jordan seria com certeza esquecer de mencionar muitos, mas fica o agradecimento do Luiz e nosso a todos.
Em breve então www.luizpereirabueno.com.br, onde com este blog, e no twitter @lpereirabueno, são os únicos links oficiais do Peroba na Internet.


Um Abraço

12/10/2009

FÓRMULA 3 INGLESA. 1970


Após a ida de Émerson, Luizinho e Ricardo Achcar para Europa, em 1.970 os companheiros de Luizinho, Fritz Jordan, Wilsinho e Moco embarcaram para disputar o Campeonato Inglês de Fórmula 3. Sempre acompanhados de Chico Rosa. Moco sagrou-se Campeão no 1º ano!
Trechos em vídeo da Etapa de Thruxton no Youtube

E no Blog do Mestre Joca, Depoimentos de Fritz Jordan

10/10/2009

FÓRMULA 2 em 1.971

Em 1.971, Émerson, Wilsinho e Pace disputavam o Europeu de Fórmula 2.
Pace pilotava para Frank Williams.

Na etapa não oficial em Ímola, Cevért ganhou a 1ª bateria e Moco a 2ª,
se tornando pela soma dos resultados o vencedor da etapa.
O vídeo de Ímola, no Youtube do Luizinho


E o GP de Roma, em Vallelunga, com Émerson vencendo a primeira bateria,
também no Youtube

30/09/2009

BOB SHARP para CASA


Bob Sharp está voltando para casa.
Não existe melhor notícia.
Para mandarem uma mensagem,No Twitter do Bob

Agradecemos a todos que torceram.

29/09/2009

PARA o QUARTO

Sua Família acaba de informar que Bob está tendo alta da uti, sendo removido para o quarto, e não foi necessária nova intervenção de cateterismo.
Não há previsão de visitas, ou alta médica, mas a recuperação está sendo digna de um grande Campeão.
Patrícia, Ana e todos da Família agradecem a solidariedade.
Mais esta vitória do Grande Amigo Bob Sharp.

BOB SHARP TERÇA FEIRA

Ana sua Filha, acaba de informar, que avaliação da necessidade do cateterismo que seria feito hoje, somente no final da tarde.
Bob está bem, com boa recuperação das funções cardíacas, o que levou os Médicos a postergarem nova intervenção até o momento.
Continuamos na torcida.

28/09/2009

BOB SHARP PASSA BEM

Meus Caros Amigos,
Ontem domingo, pela manhã, nosso querido amigo Bob sofreu um infarto.
Como estava em sua residência, foi a tempo encaminhado ao hospital.
Não teve lesões sérias no coração, passou por cateterismo, e realizará outro nesta terça.
Em momento algum perdeu a consciência, e tudo correndo bem, sexta feira já deixa a UTI.
Torcemos por seu pronto restabelecimento, e recebendo notícias de sua Família, voltaremos a informar os amigos e admiradores.
Um Abraço.
Luiz Pereira Bueno

13/09/2009

MIL MILHAS 1.967 CURIOSIDADES

Os Vencedores comemorando.

Ansiedade para a prova.

Willys faz "Barba e Cabelo".

Luiz Antonio Greco, o Chefe da Equipe.

O Grande Piero Gância não pode correr.

Pedras nos Pilotos!!!

Relação do Equipamento trazido pelos Portugueses do Team Palma.

Quatro toneladas em equipamentos.

07/09/2009

AQUECENDO OS MOTORES!

Meus caros Amigos
Esta semana, Flavio Gomes publicou em seu blog, uma foto, que trouxe lembranças do Renault da Equipe Willys chefiada pelo Greco.
Não lembro se foi na 3ª 24 Horas de Interlagos em 1.966, ou em 1.967 na 4ª 12 Horas em Março. Talvez Bird e Eu fizemos dupla.
A largada era tipo Le Mans, carros desligados e nós Pilotos atravessando a pista correndo, sentarmos no carro, ligar e cumprir o primeiro turno de pilotagem.

Greco nos treinos ficava ligando os carros para os esquentar, simular a largada.
Em largadas com tempo frio, tínhamos problemas de quebras, então fazia sempre a primeira volta aliviando, o que custava posições.
Não adiantava correr, ligar o carro e sair, havia de ter uma maneira de fazer a 1ª volta com vantagem do conjunto aquecido, sentindo o Alpine em temperatura ideal.
Conversando com o Greco, falei que iria tentar uma idéia. Ele olhou e deu risada, com aquele jeito próprio de um dos maiores Chefes de Equipe que conheci no Automobilismo

Sai de minha casa com uma extensão de fio grosso, fui na Rua Augusta com Alameda Tietê em uma casa de materiais de construção, comprei dois fogareiros elétricos de 220 volts, pois era a voltagem do autódromo e os coloquei em uma sacola.
Greco não acreditou, e colocamos para aquecer os carros.
Após tentativas achamos a altura ideal, aquecendo o cárter e o calor se dissipando por todo bloco do motor. Tínhamos a temperatura ideal para largarmos em estilo Le Mans.

Duas décadas depois, Nélson Piquet quando disputava a Fórmula 3 na Europa, cobria seu carro inteiro e criou o aquecimento de pneus, item obrigatório hoje nas competições. ( Fórmula 3 de Nélson Piquet, hj. propriedade de um colecionador na Europa )

Um Abraço
Luiz Pereira Bueno

POSTERS AUTOGRAFADOS.

Em breve, coleção de posters alusivos à carreira do Luizinho, autografados.

Chegada das Mil Milhas de 1.967.

Vitória na Fórmula Ford Inglesa, onde tudo começou.

Recorde Eterno do circuito externo de Interlagos.

Desenho do Mestre Dom Anísio Campos.

25/08/2009

COMO TUDO COMEÇOU

Trechos de depoimento do Luizinho em março/09 no autódromo de Interlagos.
O início da paixão pelo automobilismo aos 12 anos, dias amaciando motores em Interlagos,
o convite da Willys e a ida para a França, a força do automobilismo gaúcho.
video
Disponível também no yotube.

22/08/2009

FÓRMULA UM, 1.975

Um dos grandes amigos de Luizinho, José Carlos Pace em seu melhor ano na Fórmula 1.
1.975, início da temporada que traria a vitória de Moco no GP Brasil.
Pace conta como estava o momento da Fórmula 1, relacionamento com Pilotos, e suas perspectivas para a temporada.
Parte1

Parte 2

Parte 3

E lembraças de Marivaldo e Pace.

13/08/2009

MIL MILHAS de INTERLAGOS

MOMENTOS de 1.959

Wilson Fittipaldi, o Barão, viajava o Brasil a bordo de uma perua DKW Vemag, convidando pilotos, conversando com Federações, enquanto seu parceiro Eloy Gogliano do Centauro Moto Clube cuidava da organização e documentava as provas.
As Mil Milhas nasceram de um sonho, e se transformou na maior prova do automobilismo da América do Sul, e uma das mais famosas do mundo.

Luizinho não participou da edição de 1.959, mas as fichas de inscrição como esta de Cyro Cayres e Bird Clemente eram preenchidas a mão, pessoalmente pelos pilotos, que retiravam no ato da inscrição “vales peças” em troca da pintura dos patrocinadores da prova em todos carros.

Bird e Cyro, chegaram em 21º lugar, com 157 voltas completadas.

Interlagos em 1.959 era distante do centro, e as medidas de segurança eram prioridade , como postos de serviço e comunicação com a organização e boxes.
O Exército participava na logística de comunicação, repassando todas ocorrências da prova de 201 voltas, que com a média de 98,200 Km/h, e 16 horas, 22 minutos e 38 segundos após a largada, os gaúchos Catarino Andreatta e Breno Fornari cruzaram a linha de chegada.

A organização documentava todas ocorrências após a comunicação dos postos.

Como esta seqüência da perda de uma roda por Caetano Damiani, fotografada em uma máquina “Rolley-Flex” por Sérgio Jorge.

Damiani, após descer o retão, contorna a curva 3 e perde uma roda.

Encosta seu carro a direita, antes da junção.

Desce a procura da roda.

Procurando junto ao mato.

O público "acha" a roda quebrada.

Aguardando sua equipe, sinaliza para os amigos, como o nº4, de Pedro Oliver, o Jaú, e Rosalvo Mansur, o Marília, que chegaram em 23º lugar.

Chega sua roda, após comunicação aos boxes.

Caetano Damiani, e Ivo Rizzardi, ainda conseguiram o 6º lugar a 9 voltas dos vencedores.

03/08/2009

Missa 7º Dia Nélson Brizzi.

Recebemos e-mail de Marco Brizzi.

Aos parentes e amigos ...
A missa de 7o. dia pelo falecimento de Nelson Enzo Brizzi será realizada na Igreja Cruz Torta ( Mãe do Salvador ) sito a Av. Prof. Frederico Hermann Jr. 105 - Alto de Pinheiros na próxima 3a.feira - dia 04/AGO - as 18,00 hrs.
Att.

Marco Brizzi

29/07/2009

NÉLSON ENZO BRIZZI 1.920 - 2.009


Filho de italianos, irmão de seu Brizzi- mestre artífice em tapeçaria na
aviação e de Romeu Brizzi- fazia milagres num tôrno, montagem , acêrtos e
afinação de motores de competição. Nelson tinha o dom das modificações em
chassí, suspensão e tudo mais. A Equipe Willys teve o privilégio de contar
com a dedicação e competência desses baluartes da mecanica fina, que com
seus companheiros, contribuiram demais para o sucesso dos pequenos Renault
diante dos adversários gigantes.



Ao filho Marco Brizzi nossos sentimentos carinhosos de pesar.

Luiz Pereira Bueno

Saiba mais de Nélson Brizzi no Blog do Saloma.

27/07/2009

FELIPE MASSA

Felipe Massa e Família, a cada hora notícias melhores. Eu e meus Amigos desejamos
que possa o mais breve voltar a fazer o que mais gosta na vida. Pilotar seu F1.

Nós aqui, preocupados,

Fritz Jordan mandando força dos Estados Unidos.

Carol Figuereido, Chico Lameirão, e toda nossa turma.

Melhoras.
Luizinho e Amigos.

23/07/2009

FÓRMULA 1 e JOHN SURTEES.

Meu Caros Amigos.
Após a Fórmula 1 de 1.972, a temporada de 73 se iniciava na Argentina, passando pelo 1º GP Oficial do Brasil e seguindo para a África do Sul.
Meu amigo Pace havia estreado neste ano na Equipe Surtees e possuíam um carro reserva, modelo Cosworth TS9B, pois ele e Mike Hailwood já utilizavam o TS14A.
Senti a vontade de fazer a prova do Brasil, não havia o interesse desta vez da Souza Cruz, e mesmo fazendo parte da Equipe Hollywood, liberaram para que pudesse conseguir um patrocinador, conversando com John, o valor beirava U$$ 50 mil para alugar o carro.

Antonio Carlos Scavone promovendo a prova em conjunto com a Rede Globo e esta bancou as despesas de aluguel do carro. Scavone foi uma das grandes perdas que tivemos no automobilismo, jovem empreendedor, trouxe as provas internacionais para o Brasil, visando sempre a F1, e faleceu no trágico acidente da Varig em Orly, em julho de 73, em viagem para a Europa.
Antes dos treinos, revi Peterson, meu companheiro aqui em 72 na March, onde ele não se achava na pista. Saímos para umas voltas em um carro de passeio, ele perguntando e Eu explicando os macetes de Interlagos. Foi pole em 72, e 73 já como companheiro de Émerson na Lotus.
Eu era um dos mais velhos a correr, 36 anos junto com Beltoise, e Hulme com 37, me lembro, pois, o mais moço era o menino Niki Lauda com 24 anos.

O carro era da fase final de 72, reserva da equipe para Pace ou Mike,

haviam parado de desenvolver, pois John Surtees acreditava no potencial do TS14.

Perdi as sessões de treino resolvendo problemas do carro, primeiro estava inguiável, parava nos boxes, mexiam em asas e amortecedores e continuava a mesma coisa, fui falar com Moco que algo estava errado, e não era Eu como pensavam os mecânicos. Pace saiu para uma volta e recolheu, e a solução foi que haviam na montagem do carro, invertido a instalação das bandejas de suspensão dianteira. Mesmo assim, o carro continuava com uma relação de marchas não apropriada para Interlagos, e assim resolvido, só ficou a regulagem da asa traseira. Eles davam muita asa, talvez para limitar meu desempenho, já que aquele carro iria para a África do Sul ainda, e só se aposentaria na Espanha, início da temporada Européia, fiz o último tempo do grid.
As Lotus de Émerson e Peterson, a Tyrrel de Stewart e Mclaren de Hulme tinham um ritmo de prova impressionante.

Eu me equiparando a Reutmann e Cevert, mas na subida da junção, ao passar terceira marcha, o motor apagou, segurei a embreagem e rolei com o carro desligado até os boxes. Perdemos duas voltas para resolver o problema, após tirarem a tomada de ar do motor, trocaram a central de ignição. Acabei em 12º minha segunda prova de F1, onde os dois TS14 quebraram com mais 6 carros.
Émerson repetiu a Argentina e venceu.
Imagem inesquecível, a multidão gritando o nome de Émerson e o meu por ter concluído a prova.

John Surtees se desculpou comigo e falava entusiasmado do progresso dos carros novos, tanto que em Nürburgring Pace chegou em 4º com a melhor volta, e na Áustria 3º, seu primeiro podium na F1. Embora tenha marcado só 7 pontos na temporada, Pace foi eleito pela crônica um dos 4 melhores pilotos do ano.
Surtees colocava a mão na graxa, conquistou seu primeiro título Mundial em 1.956 nas motocicletas de 500cc., mais 6 até 1.960 entre 350cc. e 500cc.
Estreou na F1 em 1.960 em Mônaco, foi Campeão Mundial em 1.964 pela Ferrari,
e da CanAm em 1.966 nos EUA pela Lola.
Competiu de 1.950 a 1.972, foi um dos maiores Campeões do Motociclismo e o único a vencer também na Fórmula 1, quando não tínhamos segurança nas pistas e nos equipamentos.
Perdeu seu filho Henry, em uma fatalidade das pistas, o mesmo menino que dias antes havia no Festival de Goodwood conduzido o Surtees F2,

mesmo modelo com que Pace correu na Fórmula 2.

Meus sentimentos a John Surtees e sua Família.

Luiz Pereira Bueno.

18/07/2009

FANGIO, MOMENTOS no BRASIL. 1.965

44 anos atrás, Fangio a convite da Revista 4 Rodas veio entregar o Premio Victor.
Visitou a convite de Greco a Equipe.

Em 1º plano, Greco, Fangio, Luizinho, Nelson Brizzi, Wilsinho e Chico Rosa.

Agora Pace, com Bird e Marazzi a direita.

Carol Figuereido ao lado de Fangio.

Com Victor Civita ao centro, Marinho, Pace, Sérgio Junqueira....

23/06/2009

ANIVERSÁRIO de UM AMIGO


Ao, querido amigo irmão Ronaldo, abraços com votos de felicidade!

16/06/2009

BANDEIRADA

22/02/1970
Torneio de F.Ford , etapa Rio de Janeiro.
Recebendo de Amadeo Girão a bandeirada pela vitória.
Foto enviada pela Adriana Greco.

29/05/2009

PROPAGANDA 1.972

A Shell Brasil apoiava Luizinho, inclusive na temporada de F.Ford Inglesa em 1.969.

27/05/2009

SOM DA MARCH NO GP BRASIL DE 1.972

video

Fábio Farias, um apaixonado por automobilismo, enviou e-mail ao blog.
Possuía uma fita K7 de 1.972.
Seu depoimento segue abaixo.

Por uma magia qualquer, e pela mão de um contato, dia 4 de abril de 2009 fui parar dentro dos boxes de Interlagos.
Levei comigo um velho Walkman e uma fita K7. A certa altura entreguei os fones a um Sr. que ouvindo a gravação me disse: Diferente dos F1 de hoje, e agradeceu.
Em 1972 meu pai levou os três filhos assistir a estréia da F1 no Brasil, Interlagos...
Eu o mais velho, com 13 anos, alucinado por corridas, levei um gravador K7 para registrar o som dos carros. No dia dos treinos, Luiz Pereira Bueno fez 4 voltas sozinho pelo anel externo, e estabeleceu o recorde do circuito, estávamos quase em frente aos boxes e gravei tudo.
Por curiosidade na gravação original, logo que chegamos durante o treino coletivo, ao passarem os primeiros carros, há a voz do meu pai me perguntando:
Quem é esse que vem??
Eu como se conhecesse pessoalmente o ídolo, respondo:
"Luizinho" Pereira Bueno!!
Meu pai não está mais aqui, e 37 anos depois o Sr. que ouviu a nossa fita no meu Walkman, foi o próprio:
Luizinho Pereira Bueno...... falei pai !?!?
Fábio Farias.

Para assistir no Youtube.

Texto de Luizinho em fevereiro/08.

25/05/2009

NOVAS GERAÇÕES de PILOTOS


Meus Caros Amigos.
Neste domingo fiquei emocionado, as lágrimas vieram. É muito prazeroso apreciar os nossos queridos brasileiros representando tão bem o nosso País no exterior. Um dia antes daquele inesquecível 25 de maio de 1969. Quanta emoção.
Torço e me arrepio ao acompanhar uma vitória brasileira, ainda na prova mais importante do automobilismo mundial. Parabéns ao Hélio Castro Neves pela volta por cima, sua redenção, mostrando a todos como se vence nas pistas e na vida.
Parabéns ao Barrichello pela sua carreira, ao Massa e a Piquet Jr., que segue o caminho de seu Pai. A primeira vitória de Nélson Piquet na Fórmula Super-Vê, em 1.974, foi em um carro Polar, construído por Ricardo Achcar e Rossi.
Hoje existem brasileiros correndo em praticamente todos Continentes, de kart, Fórmulas, Turismo, com ótimos resultados.
Entusiasmo, perseverança, esperança e além de tudo, o coração no pedal da direita.
Essas conquistas me fazem acreditar que realmente valeu a pena tanto sacrifício de todos nós.
Muito obrigado a vocês da nova geração. Continuem a elevar o nome da Nação.

Um Abraço.
Luiz Pereira Bueno.

22/05/2009

MÁGICO 25 de MAIO

A historia do Automobilismo Brasileiro, não seria a mesma, se como neste vídeo montado por Ricardo Achcar, dos Mágicos 40 Anos.

video

Com a Palavra, Ricardo Achcar;

Dia 25 de Maio de 1969
é uma data interessante no calendário temporal do esporte motor. Muito pouca gente ainda pode ter qualquer recordação sobre o fato que vamos descrever nestas linhas. Mas as conseqüências para o Brasil, quer seja em termos de divulgação do pais, afirmação esportiva e presença no cenário da velocidade não tem parâmetro igual mesmo em se considerando que o Brasil tenha um dia sido etapa dos Gran Prix da eterna Gávea e igualmente, do inolvidável Francisco “CHICO”Landi de quem, ainda temos esperança de ver uma estátua comemorativa na porta de um autódromo brasileiro que se mereça.

Um prestigioso almoço promovido pela revista 4Rodas que convidara Sir Stirling Moss, permitiu que um piloto abordasse o campeão Inglês e lhe dissesse a queima roupa que existiam pilotos brasileiros capazes de pulverizar os Ingleses. Sir Moss achou graça e aceitou o desafio de testar dois pilotos na Inglaterra. Lá foram quatro em Fevereiro de 1969. Dois foram de fato escolhidos. Um, Sir Moss daria o carro e o outro teria 50% do valor a título de estímulo.

Mas igualmente, em suporte moral (indispensável) aos pilotos e sua tentativa, Sir Stirling Moss aceitara convocar a equipe SMART- Stirling Moss Automobile Racing Team, sempre preservada no corpo de suas atividades.

Chegamos a Inglaterra patrocinados no mínimo do sustento com dois meses de campeonato iniciado. Sir Moss ficou indignado. “como você pretendem ter destaque num campeonato desta envergadura chegando com dois meses de atraso”?
Valerie “Val”Pirie, administradora da equipe, nos salvou:” Stirling, dá mais trabalho mandar estes caras de volta...!

E todos entraram na briga com a vontade de ver SMART outra vez brilhando nas pistas. Nas oficinas de Ed Rossler mecânico que sempre acompanhara Sir Moss, agora sócio e todos os mecânicos adotaram os pilotos vindos de sabe-se lá de onde mas que pareciam gente como eles. Gente do Brasil! Coisa nunca vista.

E veio aquela tarde ensolarada a dez minutos da Lotus fervilhava de gente na pista de Snetterton. Carretas e reboques, Mini Morris e Aston Martins brilhavam ao sol do verão mais perfeito que houve na Inglaterra, o verão de 1969 ao som dos Beattles e Chelsea Road no auge da pandega.

Sir Moss, careca jeitoso e forte e o Achcar e outros ajudavam a descer da caminhonete o carro do Luiz Pereira Bueno. Outros auxiliavam escorregar o monoposto do Ricardo Achcar.

Val Pirie corria do grupo para a torre de controle e “paddock” em busca de regularizar a documentação.
Ed Rossler trocava balbucias com o português Ferreirinha e tudo ia se ajeitando.

Tempos tomados e carros alinhados, fora dada a partida.

25 de Maio de 1969.

Dos boxes, os muitos que ficaram sentiram o forte cheiro da gasolina e alta octanagem, o queimar da borracha no asfalto quente e a poeira infinitamente deslumbrante que transformavam as silhuetas dos carros em fantasmas que se esvaiam ao horizonte.

Naquele turbilhão de poeira, cheiro e emoção, na carlinga, duas bandeiras tão pequenas quanto nunca vistas, singravam mares de asfalto das pistas da Inglaterra.

O Brasil, por conta de seus cidadãos exportados, indivíduos que acreditaram, estava galgando a primeira trilha “bandeirante” do que seria uma avenida de campeões do mundo.
Mas foi também graças a Rainha, pela via de seus súditos que de fato ajudaram muito a iluminar os caminhos verdes e amarelos sem volta.

25 de Maio de 1969, um pedacinho do Brasil que se esvai na memória do tempo.

Se esvai na memoria do tempo...?
O reconhecimento é a memoria do coração!

Ricardo Achcar

Para assistir no Youtube.

19/05/2009

DOMINGO de EMOÇÕES.

Meus Caros Amigos.
Neste domingo, 17 de maio, foi de imensa alegria para mim.
Estivemos na cidade de Santos, participando do Boi no Rolete Solidariedade, mais um evento dos Nobres do Grid.

Bob Sharp, Jan Balder, Fritz Jordan, Lameirão, Alonso, Eu e Bird.

Com o sempre idealizador, Ronaldo Nazar.


Uma tarde maravilhosa com mais de mil participantes, onde Bob Sharp, Bird, Chiquinho Lameirão, Jan Balder, Eu e mais amigos fomos surpreendidos com a presença de nosso velho amigo e companheiro das pistas, Fritz Jordan.
Jordan reside nos Estados Unidos, e de rápida passagem pelo Brasil nos proporcionou em encontro onde recordamos das provas internacionais de fórmula no Brasil, de quando David Walker tirou propositalmente Fritz da pista na subida da junção. Confusão certa nos boxes !!
Nesta mesma prova, Giovani Salvatti rodou a minha frente no S, tentei desviar mas meu bico pegou sua caixa de câmbio. O Giovani queria brigar comigo nos boxes, não me envolvi, e ele veio a falecer em Tarumã.

40 anos se passaram de minhas vitórias na Inglaterra, sempre correndo contra os milésimos de segundo, e neste domingo, mais uma maravilhosa surpresa.

Nesta corrida da vida, ao meu lado Tânia, minha esposa e companheira.
Atrás meu Filho Eduardo, dizem que sou eu moço.
Ao lado de Tânia, minha Filhinha Maria Alice, abraçada ao Júnior, Luiz Pereira Bueno Jr.
Das milhares de fotos que já apareci, esta é de minha maior vitória, minha predileta.
Agradeço aos meus filhos a presença, e peço desculpas se mais não lhes dei atenção neste dia, mas a cada evento realizado, dentre minha humildade, procuro dar atenção e ser solicito a todos que me procuram, e não faltarão oportunidades para nos reunirmos.
Muito obrigado a todos que compareceram a mais este evento de Solidariedade.

Um Abraço.
Luiz Pereira Bueno.

08/05/2009

FÓRMULA FORD INGLESA 40 ANOS - FOTO

Marcus Zamponi, o Zampa, um dos grandes nomes no jornalismo automobilístico, nos envia uma foto histórica.

Stirling Moss, Norman Casari, Luizinho e Ricardo Achcar em Londres, na frente da garagem e residência de Moss, foto provavelmente tirada por Milton Amaral.
Como contou Luizinho a revista 4 Rodas de Maio / 09.
“Em 1.968 fui receber o prêmio Victor das mãos de Stirling Moss (troféu oferecido pela revista 4 Rodas aos destaques do automobilismo no ano). Depois do evento, o Ricardo Achcar, que era poliglota e sabia que Moss tinha muitas namoradas, foi falar com ele e o convidou para conhecer as ‘maravilhas’ do Rio.
Foi naquela noite que Achcar convenceu Moss a dar um teste a quatro pilotos brasileiros na Fórmula Ford inglesa”.
No início de 1.969, pouco antes do carnaval, Milton Amaral, Norman Casari, Ricardo e Luiz foram para Inglaterra, e na segunda volta em Brands Hatch, Luizinho já foi mais rápido que Ray Allen, campeão da temporada anterior, que na tentativa de bater o tempo de Luizinho, deu uma considerável panca.
Na temporada, Ricardo e Luizinho que praticamente cuidavam de seus carros, na necessidade de um mecânico de confiança e competente, Achcar chama Ferrerinha.
Em breve, na revista Racing, uma matéria do Zampa sobre Ferreirinha, como ele diz, nosso primeiro meca internacional.
No blog do Mestre Joca, um pouco da historia de um dos maiores preparadores do Brasil.

06/05/2009

FÓRMULA FORD INGLESA 40 ANOS


direção e coluna do Merlyn MK

Meus Caros Amigos.
Pois é, passaram-se 40 anos que Ricardo Achcar e Eu estreamos no campeonato da Fórmula Ford Inglesa, em 25 de maio de 1969, após nossa famosa negociação com Stirling Moss.
Nestes 40 anos a F.Ford continua sendo um trampolim para as categorias de maior relevo no automobilismo esportivo mundial, pois com seu regulamento sério e simples, propicia ensinamentos e competitividade.
A categoria era a vitrine do automobilismo mundial, ali venceram muitos que vieram a ser campeões mundiais, como Émerson.
Lívio Rangan da Rhodia, nos patrocinou com a marcas Tergal Renner e ainda agregou a Shell Brasil.
Com 3 meses após inicio do campeonato, a participação em Snetterton.

carro novo

Nossos carros recém saídos da fábrica Merlyn, não estavam competitivos, porquanto, faltavam acertos e ajustes para que pudéssemos lutar de igual com os europeus.
A prova consistia em 3 baterias, 2 com 30 carros cada, classificando os 15 melhores, juntando portanto os 30 p/ a final. Dos 60 inscritos, 30 com números pares e outros 30 com ímpares. Após treino e classificação de 1/2 hora, nós dois ficamos em 5° nos nossos grupos, Ricardo n° impar, e eu par, um bom começo........
Bem, dada a largada após 300 metros, na primeira curva à direita, na velocidade de 155 km/h, um carro derrapou atravessando na pista, provocou o espalha obrigando a nós todos aliviarmos o pé. Atrás de mim vinha um suíço que não tirando o pé, subiu com sua roda dianteira direita na minha esquerda traseira empurrando-me sobre o carro da frente, provocando o meu vôo c/ um giro completo que terminou de frente no barranco.
Do carrinho 0 km restaram o chassi e suspensões danificados, o motor fumegando e cacos por todos os lados.

a estrutura do Merlym MK

O meu estado físico não era dos piores, pulso esquerdo luxado, dores no pescoço e em todo o corpo, fiquei todo roxo. Senti-me triste.
O volante e coluna da direção empenaram, e um cronômetro "MOVADO", presente de Sylvia minha irmã, teve a pulseira rompida e desapareceu.
O volante com a coluna tenho até hoje.

volante

Foi quando meu capacete Bell azul marinho ganhou o novo desenho.
Como havia trincado, o remendei com massa plástica, e pintei uma faixa branca para disfarçar, nós não tínhamos capacetes reservas, a verba era restrita.
Nas duas provas seguintes, Snetterton e Silverstone, 12º e 21º, com o chassis torto.
Após acertarmos o chassis, uma rodada dupla na Escócia, em Croft, com um 2º, e 4º lugares.
Começava a compensar o início desastroso, de volta a Snetterton, minha primeira vitória.
As coisas começaram a normalizar, obtive mais vitórias, vários 2º, 11 poles, 4 recordes de volta em prova e um vice-campeonato.
Voltamos para o Brasil, e ainda participei de algumas provas de F.Ford, como o Torneio Internacional BUA, com etapas pelo Brasil, com poles, quebras, um 2º lugar em Fortaleza, e 1º no Rio, na 4ª Etapa.

Etapa no Rio, com Greco ao meu lado em pé

liderando Ray Allen e Émerson

Alguns carros permaneceram no Brasil, participei do Festival de Velocidade em Interlagos, e a F.Ford se transformou em categoria no Brasil, primeiramente com carros fabricados sob licença da Merlyn pelo Greco. Uma verdadeira categoria escola.

E nesta terça feira, um presente a todos nós, o recado de um amigo de tantos anos, Fritz Jordan, que reside nos Estados Unidos, talvez esteja no Brasil quando do Boi no Rolete dia 17 próximo.
Será uma oportunidade maravilhosa, de rever um dos grandes pilotos de nossa época.

Um abraço
Luiz Pereira Bueno

28/04/2009

REVISTA 4 RODAS

Mais uma vez, Luizinho e seus amigos saem na Revista 4 Rodas, na edição de maio, já nas bancas.
Com texto de Thiago Arantes, e fotos de Christian Castanho, a matéria “ Melhor Tempo de Volta” conta um pouco da historia do automobilismo brasileiro, durante o V Encontro do Nobres do Grid .Vale a leitura, assim como sua presença no evento Boi no Rolete de 17 de maio próximo, para bater um papo com Luizinho, Bird, Bob Sharp e mais pilotos.

Lameirão, Águia e Bird


Luizinho, Lameirão e Bird.


Luizinho, Lameirão e Bird na década de 60

23/04/2009

AÇÃO SOCIAL


Meus Caros Amigos.
Estamos participando de uma ação solidária, junto a um grupo da cidade de Santos.
Bird, Eu, e mais amigos, estaremos presentes dia 17 de maio próximo ao evento,
Boi no Rolete, com exposição de veículos, nossas historias, e a companhia de todos vocês.
Será um dia agradável para as famílias presentes, e de grande ajuda.
Conto com a presença, e mais informações podem ter pela internet no blog do evento.
Um Abraço.
Luiz Pereira Bueno

16/04/2009

VISITA a ORESTE BERTA

Flavio Pinheiro, um dos afilhados de Luizinho no Nobres do Grid, esteve em Córdoba.



Na década de 70, a rivalidade Brasil - Argentina era nas pistas.
Com respeito recíproco, tanto por parte da imprensa, como dos Pilotos.
Depois de Fangio, se iniciava a época Reutemann X Émerson na Europa, e aqui na América do Sul, grandes disputas, com os ídolos locais como Di Palma X Luizinho.



Criando seus carros e motores, Oreste Berta e Di Palma, enfrentavam com tecnologia latino americana , o Porsche 908/2 da Equipe Z, idealizada por Anisio Campos e Luizinho.



Lian Duarte, De Lamare, Avallone e muitos outros pilotos participavam das provas.



Oreste Berta teve influência no desenvolvimento do automobilismo brasileiro.
O famoso Maverick, o protótipo Berta, as preparações nos 6 e 8 cilindros da divisão 3, Fórmula 3 e muitas outras.
Mais uma vez, tudo começou, quando a Equipe Z, depois Hollywood, com Luizinho praticamente “morando” em Córdoba, jantava com Berta em sua casa.

Berta falando de Luizinho:
"Tivemos uma parceria de anos. Ele foi um dos primeiros brasileiros que veio aqui na Argentina".

Berta falando de Émerson chefiar a equipe Brasil na A1 GP:
"Se hoje ele está nesse meio é porque deve ter muita mulher bonita por perto (risos gerais!)".

Leiam a viagem dos Nobres do Grid a Fortaleza de Oreste Berta.

05/04/2009

UM PILOTO COMPLETO.


Luiz Pereira Bueno começou cedo na carreira e em pouco tempo tornou-se um dos pilotos mais importantes das pistas brasileiras e internacionais.

Desde muito cedo a vida do paulistano Luiz Pereira Bueno, nascido no bairro de Higienópolis em 1937, foi influenciada pelo automobilismo. Em um bucólico passeio de domingo, ele foi levado pelos pais para assistir a uma corrida no Autódromo de Interlagos, época em que os carros eram movidos a gasogênio. Ele tinha sete anos. O entusiasmo com os carros tiraram-lhe a atenção para os estudos, e aos 11 anos foi reprovado na escola. Como "castigo", foi estudar em um colégio interno em Campinas, onde ficou por dois anos. Mas dava suas escapadas nos finais de semana para ir a Interlagos assistir aos treinos do então futuro cunhado Cláudio Daniel Rodrigues. Luiz terminou o ginásio em São Paulo, na mesma época em que seu irmão Vasco estreava nas pistas e que Cláudio abriu uma oficina mecânica. O futuro piloto passou a dividir o seu tempo entre os estudos e a oficina do cunhado, onde aprendeu tudo sobre preparação, o desenvolvimento e o esquema para amaciamento de motores - o que lhe seria útil em sua carreira. Após as aulas, ia para Interlagos e lá ficava a tarde toda dando voltas e assentando o motor dos carros da oficina de Cláudio. Algum tempo depois, Vasco comprou um Fiat Stanguelini da Equipe Comino, que era pilotado por Ciro Cayres, e este virou o carro de corrida dos irmãos Bueno. Em 1956, aos 19 anos, o jovem Luiz Pereira Bueno iniciou sua carreira automobilística quando, com o pequeno Fiat de motor de 1,1 litro, estreou em Interlagos. Naquele período de aprendizagem, Luiz lembra que nos finais de tarde a oficina virava um ponto de encontro de pilotos e aficcionados. Ali conheceu Bird Clemente, que, junto com Luiz, correria com um Simca Huit - com motor e câmbio do Fiat - nas III Mil Milhas Brasileiras de 1958. Infelizmente, o carro quebrou logo no início da prova.

Disposto a desvendar os segredos dos automóveis, aos 22 anos, Luiz conseguiu uma vaga na fábrica de automóveis Willys para trabalhar na unidade de eixos e transmissões. Logo depois fez um estágio de especialização nos carros da linha Jipe, Rural Willys e também no Renault Dauphine, que passara a ser fabricado pela Willys. Foram dois anos afastado das corridas. Sua volta às pistas deu-se em 1961, quando fez dupla com Danilo de Lemos em um Dauphine na prova 24 Horas de Interlagos. Ali conheceram Mauro Salles, que os apresentou à diretoria da Willys. Com esse novo contato, acabaram conhecendo um projeto sigiloso, o Willys Interlagos. Bueno foi, então, convidado para um estágio na fábrica do Alpine na França, mas, quando retornou ao Brasil, percebeu que não seria possível conciliar o lado esportivo com o profissional. Desligou-se da fábrica e optou por ser "apenas" piloto de competição. Com o amigo de infância, Franklin Martins, abriu em 1962 a oficina Torke, onde preparava carros Renault.

Em 1963, em dupla com seu amigo Francisco Lameirão, estreia na equipe oficial da Willys com um Gordini. Os Willys Interlagos, principais carros da equipe, enfrentam problemas, enquanto Luiz e Chico fazem excelente prova, a ponto de o chefão Christian Heins compor trinca com eles no final da prova. Terminam como melhor carro da equipe, em 3º lugar. Foi a última corrida de Christian Heins antes do seu acidente fatal em Le Mans. Sob o comando de Luís Greco, Bueno era considerado um piloto prata da casa, pois na Willys consagrou-se com Dauphine, Gordini, Carretera Gordini, Willys Interlagos, Alpine e protótipo Bino. Nas décadas de 1960 e 1970, foi o piloto com o maior numero de vitórias entre todos os colegas brasileiros. Mais tarde, a Willys foi adquirida pela Ford, que rebatizou o Alpine, de Mark1, e o Bino, de Ford Mark 2.

No início de 1969, Bueno e Ricardo Achcar vão à Inglaterra correr de Fórmula Ford pela equipe SMART (Stirling Moss Racing Team). Luiz venceu seis corridas em menos de oito meses e terminou como vice-campeão inglês de Fórmula Ford. De volta ao Brasil participou do Torneio BUA de F-Ford, com cinco provas em quatro autódromos, com um carro Merlyn nas quatro primeiras provas e com uma Lola T-200 na última, em Interlagos. Quando Luís Greco adquire a revenda Samdaco, Bueno passa novamente a integrar sua equipe. O binômio Greco e Bueno contabilizou o impressionante numero de 27 vitórias em pouco mais de 60 provas. No final de 1970, na Copa Brasil Internacional, chamou atenção um Porsche 908 do príncipe Jorge de Bragation, que só não venceu porque Emerson Fittipaldi, com um pequeno Lola T210, não deixou. Luiz lembra que estava ao lado do Anisio Campos, Paulo Goulart da Dacon (representante Porsche) e José Carlos Pace quando pensaram em montar uma equipe profissional. "A duras penas compramos um Porsche igual aquele do príncipe que o Anisio Campos foi buscar na Alemanha. O Paulo Goulart ajudou na importação e montamos a Equipe Z. O Pace estava em dificuldades de obter apoio para a Fórmula 2 na Europa, mas acabou acertando com ajuda dos irmãos Diniz. Após três etapas, estreando com vitória, foram para Argentina enfrentar o bicho-papão de lá, o Tornado Berta, de Luis Di Palma. Foi um belo duelo, e Di Palma levou a melhor. Luiz Bueno deu o troco logo depois, já como equipe Hollywood, em San Juan, numa ultrapassagem espetacular na entrada de S de baixa velocidade.

A equipe conseguiu o patrocínio da Souza Cruz, que passou a divulgar o cigarro Hollywood, e, mais tarde, o da Shell. O Porsche 908/2 com Luizinho no cockpit não tinha adversários - venceu 10 provas e, em uma corrida memorável, terminou em 2º lugar. No início de 1971 Luiz Bueno participou da temporada brasileira de F3, terminando uma etapa em 2º lugar, e no final do mesmo ano, na temporada de Fórmula 2, em 5º lugar em Córdoba, na Argentina.

Na realização da primeira prova experimental de Fórmula 1 no Brasil, em 30 de março de 1972, a Hollywood alugou um carro March 711 para Luiz Bueno, que acabou a corrida em sexto lugar. Em novembro de 1972, aconteceu a última corrida dos carros importados no Brasil, quando Bueno se torna campeão da categoria Esporte-Protótipo com o 908/2. A Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) decidiu que a partir de 1973 seriam admitidos somente protótipos nacionais. Chassis importados só poderiam correr se fossem equipados com motor de fabricação nacional. Bueno e Anísio venderam o Porsche.

No primeiro GP de F-1 de 1973, a equipe novamente alugou um carro para Bueno, dessa vez um Surtees TS9B. Durante os treinos, Bueno parou e reclamou que o carro não estava bom. John Surtees, dono da equipe, duvidou. Quando o piloto oficial, José Carlos Pace, testou o carro e concordou com Bueno, Surtees pediu-lhe desculpas. Constatou-se que, durante a montagem, os mecânicos inverteram um dos triângulos dianteiros do carro. Na corrida, houve uma pane elétrica e Bueno chegou em décimo lugar. A partir daí, Bueno passa a correr com um Opala 4.100 da Divisão 3. Logo depois, Renato 'Tite' Catapani e Bueno resolvem entrar na Divisão 3 com o Maverick desenvolvido pelo argentino Oreste Berta e, em 1975, vencem duas etapas do Campeonato Brasileiro.

Paralelamente, Bueno também participa com o Berta Maverick na categoria protótipos Divisão 4 com um chassis argentino e motor brasileiro - foi a sensação da temporada vencendo quatro etapas e consagrando-se campeão brasileiro. No final daquele ano, a Souza Cruz anuncia o fim do patrocínio à equipe Hollywood. Bueno ficou fora das pistas algum tempo, período em que trabalhou na Bantec, convidado pelo seu fiel amigo Franklin Martins. Em 1982, aos 45 anos, retorna às competições para correr de Stock Car, quando obteve resultados medianos. Em 1984, convidado pelo amigo Lian Duarte e pela Equipe Greco, Luiz Pereira Bueno fez sua prova de despedida: os Mil Quilômetros de Brasília a bordo de um Ford Escort. Ficou em oitavo lugar. E para sempre na memória de seus fãs.

Reprodução Revista Brasileiros, texto de Jan Balder.

24/03/2009

DANTE DI CAMILLO


Dante se foi, e sua vontade foi feita!

19/03/2009

MARIVALDO FERNANDES e MOCO

250 Milhas de Interlagos

Pace no VW 2 e Marivaldo na Alfa 45

Dezembro de 1965

Meu Caros Amigos.
O tempo passa e nem percebemos.
Ontem pensei muito em dois amigos, que dia 18 de março de 1.977 se foram.
Hoje quarta-feira, ao chegar em casa resolvi lembrar Marivaldo e Pace.
José Carlos Pace foi meu querido companheiro de equipe Willys e Ford, sem dúvida um grande piloto, forte fisicamente e mentalmente, uma concentração incrível e dotado de um talento natural fantástico, e brincalhão.
Tive a grata oportunidade de dividir com Moco a condução do estreante Bino 47 em 1968, fazendo a dupla que conduziu o carro à vitória já na estréia nos 1000 km de Brasília , primeira prova do Campeonato Brasileiro daquele ano. Viemos a ganhar no Rio de Janeiro e nos sagramos Bi Campeões Brasileiros de Viatura Esporte em 1.968.
Seguimos caminhos diferentes na Europa, e em 1.972 passamos momentos inesquecíveis na Áustria, em 1.973 juntos aqui pela Equipe Surtees de F1.
Marivaldo, contemporâneo, integrante da equipe Willys , com quem não tive oportunidade de partilhar um carro em nenhuma corrida na sua vitoriosa carreira, sempre foi um adversário duro, mas honesto.
Companheiro de equipe e pista leal, fez muitas duplas com Chico Landi, ganhavam muito e judiavam de nós.
Junto de Pace, corriam e venciam com a Alfa Romeo P-33, e juntos levantaram vôo no avião de Marivaldo rumo as estrelas e as nuvens, leves e suaves, fazendo seus contornos de curva sempre perfeitos, trajetórias limpas e vitórias esmagadoras.
Grandes companheiros, uma pena que eles se foram ainda jovens...... .
Mas a vida é assim mesmo, nos resta os bons momentos e lembranças que juntos desfrutamos.
Sigam com Deus meus grandes amigos, que seus companheiros aqui, continuam unidos e sempre lembrando de vocês.
Saudades
Luiz Pereira Bueno

17/03/2009

DIA COM os AMIGOS



Bob e Edgard no Maverick Greco

Amigos

E mais Amigos

Meus Caros Amigos.
Em 2.007, redigi uma carta aos meus Amigos, agradecendo a solidariedade deles em resgatar a memória do Automobilismo Brasileiro de maneira ativa.
Sugeri o nome, Nobres do Grid, prontamente atendido pelos idealizadores desta idéia fantástica, Ciro Margoni, Flavio Pinheiro e Ronaldão.
Convidado, aceitei ser o Padrinho deste movimento.
Falei com Chiquinho, Bird, e hoje, ano e meio após a carta, mais uma vez nos reunimos convidados pelos Nobres, para homenagear desta vez, Bob Sharp.
Amigos como Jan Balder, Chico Lameirão, Bird Clemente, Lian Duarte, Carol Figueiredo, Edgard de Mello Filho, Geraldo Meirelles, Luiz Evandro Águia, as meninas Adriana e Ornella Greco, juntos passamos mais um dia maravilhoso, de emoções, historias, junto a dezenas de entusiastas amigos, esposas e filhos.
Fico feliz em estar participando e surpreso com a dimensão atingida.
Vídeos aparecendo, amigos se reunindo, os jovens conhecendo um pouco de que fizemos pelo Automobilismo Nacional, a nossa tentativa em revitalizar Interlagos Antigo.
Como Bird diz, nos orgulhamos pelo bom exemplo da turma da nossa geração, que faz com que as pessoas se surpreendam e comentem a afetividade harmoniosa que existe entre todos nós.
Agradeço aos Nobres, aos que compareceram, em nome de todos meus amigos, por esta bela festa, e nos desculpamos se não pudemos conversar e dar atenção a todos.
Muito obrigado, Nobres do Grid .
Luiz Pereira Bueno

15/03/2009

QUANTAS VITÓRIAS ?


Luizinho, Bird, Lian Duarte, Bob Sharp, Edgard Mello, Evandro Águia, e Geraldo Meirelles.
Jan e Lameirão haviam ido embora já.

14/03/2009

INTERLAGOS ANTIGO


Meus Caros Amigos.
Tenho acompanhado e colaborado com o trabalho de meus amigos Lameirão, Paulo Gomes, Bob Sharp, Ingo e Bird sobre a Campanha Pró-Reativação do Autódromo de Interlagos Antigo.
Conheçam a proposta.
Lameirão já conseguiu despertar o interesse da Prefeitura, vamos torcer.
Um abraço
Luiz Pereira Bueno

12/03/2009

DANTE DI CAMILLO


Nosso amigo EVANDRO ÁGUIA avisa.

Dante saiu da UTI, está no quarto.
Conversei ao telefone, e me parece bem.
Previsões de alta, ao menos hospitalar, em breve.
Em nome da Família e meu, agradecemos ao apoio até agora ofertado pelos Amigos.

09/03/2009

UNIVERSIDADE MACKENZIE




Meus Caros Amigos.
Interlagos sábado, a Equipe MFG Racing de meus Amigos, Amilton e Reinaldo, se saiu bem. Nossos V8 enfrentaram Ferrari e Porsche.
Nossa área de box, foi compartilhada junto a uns meninos que disputaram a Força Livre, do Campeonato Paulista. Amigos de meus amigos, não os conheço ainda.
Mas possuem um belo automóvel, e são simples.
Creio na minha humildade, que conseguimos divulgar um pouco mais o Automobilismo, pois como vcs. que acompanham meu Blog, ou melhor, meus ditados, sabem o quanto foi, e continua sendo difícil resgatarmos a historia do Brasil nas pistas.
Edú veio me dizer sábado cedinho, que haveria uma entrevista.
De pronto, com a intimidade que tenho, falei que para largar mão disso.
Ele sorriu sem jeito, e me respeitou. Como Amigos que somos.
Sei que meus Amigos, Amilton e Reinaldo, liberaram um tempo, para que após Ronaldo Nazar vir me cutucar, e os meninos de jornalismo da Faculdade Mackenzie adentrarem aos nossos boxes.
Ronaldo e Edú haviam dito que o Flavinho Gomes havia conversado com o pessoal, então me senti mais confortável.
Fiquei conversando com a menina Juliana, com os rapazes Carlos e Thiago, procurando transmitir algo para o trabalho de escola, mas talvez que um dia venham a perceber.
O trabalho a ser elaborado para conclusão do curso de jornalismo, a idéia de Automobilismo Paulista foi maravilhosa, e fico muito grato em participar deste momento onde vcs. 3 a se formar, vieram a sentar conosco em Interlagos.
Faltei sábado em mencionar Anisio Campos, dos sucessos que obtivemos com a Equipe Hollywood, fato que qualquer amante do Automobilismo se lembra até hoje.
De meus amigos Mauro Salles, Bird Clemente, Émerson, além de Pace, e muitos outros.
Meu obrigado a Juliana, Thiago e Carlos, da Universidade Mackenzie, que fizeram, sem compromisso, Eu poder contar um pouco mais da nossa historia.
Sucesso na carreira de vcs.
Um abraço
Luiz Pereira Bueno

08/03/2009

ACIDENTES


Meus Caros Amigos.
Atordoado, com uma dor na cabeça violenta.
Nos acidentes procuramos sair o quanto antes do carro.
Levantando, ouço um carro reduzindo, travando os pneus.
Piero Gancia pula da Alfa assustado, branco, agarra em mim e fala:
Luizinho, vc. está vivo? Eu vi tudo, Luizinho, vc. está vivo?
Calma Piero, vc. não está me agarrando? Estou vivo!
Tive de acalmar o Gancia, pois quando sofremos acidentes,
estamos centrados na reação, concentrados em, literalmente, sairmos vivos.
Aos que assistem, os 3 segundos de um acidente são assustadores, mas para nós parecem horas, que ficam gravadas eternamente em nossas memórias.
Não me lembro qual prova de longa duração foi, depois com calma me certifico,
mas na página de Referências Blibliográficas de meu Livro, que estamos, como dizem hj. em fases finais de acabamento, poderão constatar.
Mas foi assim:
As Equipes concorrentes alegavam nos bastidores, que nós da Willys sob o comando do Greco, andávamos com as Berlinettes fora do regulamento, pois não era um carro de passeio, embora com potência muito inferior a muitos que corriam juntos.
A Diretoria então decidiu e comunicou ao Greco, para corrermos com os Gordini 1.093, pois a imprensa iria dar destaque e para dar um tapa com luva de pelica nos que acusavam.
Outros tinham Berlinettes, equipes particulares, entre os quais Avallone.
Com sua astúcia, Avallone pediu a Diretoria da Willys um conjunto de motor e cambio emprestados, para correr, equipamento reserva da Equipe Willys.
Só que nosso tanque era de 30 e poucos litros, e Avallone colocou no dele, de mais ou menos 60 litros, desbalanceando o carro, tirando o centro de gravidade, a frente da Berlinette embicava no chão.
Um dia antes da prova, em um treino, Avallone discutindo com Greco, que o “carro não andava”, e lá pelas tantas Greco me chama e ordena: Vai lá, dá 4 voltas com isso e mostra para ele que o carro anda!
Entrei na pista, sentindo o carro, pois já sabíamos da “adaptação”, no final do retão falei comigo mesmo, “Que motor, empurra mais que os nossos? Que aconteceu aqui?”. Pois o conjunto foi lacrado, Avallone não alterou nada, ao menos foi o dito.
Devagar, contornei a ferradura fui sentindo a maneabilidade da Berlinette, acelerei fundo novamente na reta oposta e segui “sentindo o balanceamento”.
Desci a reta de chegada mirando a curva 1, a contornei flat e na 2........... .
Quando a Berlinette estava se inclinando, contornando a curva 2, o para-lamas dianteiro direito travou a roda, aliviei ¼ de acelerador, com calma girei o volante pouco a esquerda, para simplesmente equilibrar e descer a reta.
Nessas frações de segundo, as reações da física são impressionantes, pois o carro entrou em pêndulo e após o segurar com as duas rodas esquerdas no “mato”, não esta grama que existe hj. voltando para a pista havia uma valeta de drenagem , que descia para o início da curva do Sol.
O carro embicou, minha cabeça bateu no quebra-sol e a Berlinette girando, fui arremessado para fora, enquanto, depois me falaram, a porta voava em sentido onde era a reta oposta.
Não havia cinto de segurança, pois na certa eu teria morrido.
Levantei em meio às árvores que existiam, a mancha verde do capim, mesmo depois de lavar dezenas de vezes o macacão, não saiu.
Acalmei o Piero, todos dos boxes correndo para o local, pois pensavam que era Eu, e não a porta que havia voado.
Lógico que o Avallone ficou sem a Berlinette para a prova, mas a Willys, com responsabilidade, usou o acidente como tecnologia e introduziu mudanças na estrutura do carro de passeio, alguns rodam hoje.
As pistas de Automobilismo, são um laboratório para a Indústria, e nós Pilotos, os bonecos que vcs. depois assistem nos falados, testes de impacto.
Minutos depois do acidente, vivo e inteiro, daí sim assustado, pensei no Avallone que não teria mais a Berlinette para correr, e conhecendo o Greco, nunca soube que se passou , conhecendo os dois......., nem quero imaginar!
Bird e Eu, enfim, todos que correram juntos ao Greco, na Equipe Vemag do Lettry, do Paulo da Dacon tínhamos de acelerar, mas sempre tivemos o profissionalismo, que muitos não usam hoje em suas Equipes.
Um Abraço
Luiz Pereira Bueno

05/03/2009

ROBERTO DAL PONT


GRANDE AMIGO, GRANDE COMPANHEIRO.
Dal Pont faleceu nesta madrugada do dia 05, com certeza, um dos maiores apaixonados
pelo Automobilismo.

Minha Oração e meus sentimentos a Família.

04/03/2009

CORRIDAS

CLASSIC CUP e HISTÓRICOS V8
video
ESTE FIM de SEMANA, mais uma etapa do Paulista da Classic Cup, e Históricos V8, onde LUIZINHO como Chefe da Equipe MFG Racing, com as réplicas do Berta 11 e Mercantil 22, estará em Interlagos.
Apareça, veja os horários.

MAIS uma OBRA RECUPERADA por NELSON PASINI
video
IMAGENS dos 500 KM de INTERLAGOS em 1.967.
Prova pelo anel externo de Interlagos, com os Fórmula Vê, onde se inscreveram
Totó Porto, Loureiro, Pace, Carol Figueiredo, Maneco, Jan, Émerson, Lameirão, Ringel, Wilsinho, Avallone, Marivaldo, Roberto Mendonça, Volante 13, Milton Amaral, Celso Gerbassi, Renato Lenci, Scavone, Celidonio, Achcar, De Lamare, Jose Fernando Lopes Martins, Ailton Varanda, Marinho, Joaquim Telles, Jaime Silva, Lucio Naja.
Uma das maiores escolas do Automobilismo. Vencida por Totó Porto em 3h52m7s.

03/03/2009

40 ANOS

Meus Caros Amigos
Faz 40 anos, recebi meu primeiro Prêmio Victor.

Dos muitos, foi especial.
Muitos que digo, não meus, mas de todos nós que fizemos a Historia.
Fazem 40 anos que o Filho da Dna. Juzy, e do Wilson, com a ajuda de seu irmão Wilsinho, e a torcida de todos nós, abriu as portas para a Bandeira do Brasil ser conhecida nas pistas da Europa e do Mundo.
A Revista 4 Rodas realizava uma festa, entregando Troféus a todas categorias, mas doutrinando a escala que o Preparador era tão importante quanto o Piloto.
Havia um corpo de jurados que decidiam.
Aguardávamos Telex para saber os resultados do Émerson, corríamos às bancas para adquirir o exemplar da revista e quando.
Quando Stirling Moss ao Brasil chegou a convite da revista.
A aventura começou, Ricardo Achar e Ferreirinha, e Eu, fomos para a Europa.
Pouco importa hoje, 40 anos depois, se quase conseguimos, se meu Capacete Bell passou a ter lista branca por causa de um acidente, ou se tempos depois, fomos donos da Brabham por 15 dias.
Mas Bernie Ecclestone continua lá, e deve lembrar de nós, de Émerson que levou o nome da Fórmula 1 para os Estados Unidos conquistando a Indy.
Das Vitórias, Títulos, derrotas e tristezas que tivemos na Fórmula 1.
Somos Campeões.
Provas de rua, profissionalismo na década de 50, provas Internacionais em nosso continente, e hoje a comunicação pela Internet é instantânea, coisa que não assimilo, mas acho que:
40 anos atrás, nós começamos a Historia.
Não existiria Imprensa especializada, uma das mais competentes do mundo, não existiria circuitos e provas na imensidão deste Brasil.
Bird resumiu bem outro dia, neste espaço que me ofereceram;
“as nossas pequenas queixas ficaram esquecidas, mas podemos nos orgulhar pelo bom exemplo da turma da nossa geração, que faz com que as pessoas se surpreendam e comentem a afetividade harmoniosa que existe entre todos nós”
Mencionar Greco, Jorge, Moco e muitos amigos?
Muito ao contrário, que esta juventude aprenda um pouco antes das pistas, mas no cotidiano, que quando um Pai coloca um Filho para se dedicar ao esporte, saiba que.
Fazem 40 anos.
Parabéns a vc. amigo de todos nós, Émerson.

27/02/2009

O Recorde do Anel Externo é Nosso



Meus Caros Amigos.
Meu amigo, um dos gênios da Publicidade, Mauro Salles, tinha a conta da Souza Cruz.
E o Maurinho acelerava, como o Anisio, bons de bota.
Em 1.972, na prova extra-oficial de Interlagos, veio a F1.
Nosso Émerson seria Campeão naquele ano, o Brasil estava envolvido com o Automobilismo, não como hoje, mas Interlagos era uma festa, quase 100 mil pessoas.
Foi alugado um March, carro de segundo pelotão, e Eu com a mídia e a pilotar.
A Souza Cruz com a marca Hollywood divulgando, e nós brigando com os mecânicos ingleses.
Uma bagunça, pedia regulagem de asa e não faziam, pedia para tirar pressão das molas e não faziam, isto pois no contrato, o motor havia sido limitado em 1.000 rpm. a menos. Margem de segurança deles, para não “terem prejuízo”.
Mauro com sua genialidade, me falou, se poderia “bater o recorde” do Anel Externo.
Foi uma luta, afivelado no carro, pedindo a regulagem, pois seriam de 4 a 6 voltas, eu pelos espelhos via os mecânicos ingleses tirando chaves halen e alterando minha regulagem solicitada.
Propositalmente, desregulavam o carro, pois imaginem fazer a um e dois tendo de tirar o pé e controlar a saída de frente, controlando no acelerador e virando a direção para plainar no retão.
Se me escutassem, teria baixado em mais uns 2 segundos, mas fiquei feliz, pois o recorde do anel externo foi perpetuado.
Mas o verdadeiro recorde do anel externo, é meu também, com a Porsche 908/02.
Virei mais rápido que com o F1, pois fazia a um e dois a 242 km/h, sentindo o carro na mão e feliz. Disputei com Joest, foi uma corrida limpa.
A Fórmula 1 é a mais alta tecnologia, mas em 1.973, depois que meu Amigo Pace deu uma volta e provou para John Surtees que o carro estava com a travessa da suspensão invertida, os, sempre eles, mecânicos ingleses resolveram “reescalonar” a caixa de câmbio....
Estamos querendo ter um Interlagos antigo, dentre as prioridades da F1 atual. Sei que muitos estão se organizando, e Lameirão com uma lista extensa, que assinei.
Sabemos que as curvas um, dois e o retão não serão mais recuperáveis.
Mas sei que para se formarem Pilotos, necessitamos de um circuito seletivo, e sei também que o Recorde do Anel Externo é nosso.
Um abraço
Luiz Pereira Bueno

26/02/2009

DANTE DI CAMILLO


Caros amigos:
Mais uma vez peço.
Nosso amigo , ex-piloto de automobilismo e também de aviação, DANTE DI CAMILLO está necessitando de sangue, para seu atendimento na UTI do Hospital Nossa Senhora de Lourdes.
Quem puder colaborar, a doação poderá ser feita no seguinte local;
Banco de Sangue da Unidade Central - Vila Nova Conceição
Rua Alceu de Campos Rodrigues, 46, 5º, 14º e 15º andares - Vila Nova Conceição
S.P. (11) 3048 8969
Favor informar que o sangue doado destina-se ao Sr. DANTE DI CAMILLO que está internado na UTI da Unidade Coronariana do Hospital Nossa Senhora de Lourdes no Jabaquara
Agradecemos.

PS : Se possível , caso tenha feito a doação favor enviar confirmação para e-mail : eaglecampos@uol.com.br de Luiz Evandro “Águia” Campos

22/02/2009

DESFILE GAVIÕES da FIEL







Tendo a Historia da Roda como tema, o Esporte de 2 e 4 rodas foi representado no carro que Homenageou Ayrton.
Lian Duarte, Jan Balder, Luis Evandro “Águia”, Bird Clemente e o Grande Campeão das Duas Rodas, Walter “Tucano” Barchi, lá estiveram.
Luizinho preferiu assistir pela tv..
Bela homenagem aos Campeões, e se há um ano, alguém falasse que o Bird iria junto a Maria Luiza, sair de madrugada em uma Escola de Samba no Anhembi........

21/02/2009

QUERO SABER do DANTE?


Palavras de Luizinho ao telefone.
Desligamos, e ligação ao Evandro “Águia”.

Dante está na UTI ainda, aguardando a chuva passar, como quando corremos juntos!
Mas não interessa a classificação, se foi sexto, ou quarto.
O que manda é que corremos juntos............

DANTE DI CAMILLO.
Acelera Dante, estamos torcendo por sua vitória.

E, copilando um comentário Maravilhoso do Alex Dias Ribeiro, que pela sua determinação nos disse;

“Que Deus te abençoe com o contentamento de quem pode chegar com gratidão por ter tido como profissão aquilo que mais gostava de fazer. E ter escapado com vida para contar as histórias
até hoje.
Alex Dias Ribeiro”

Alex, pode ser como uma curva da vida, mas neste sábado de Carnaval, parte da velha guarda das Pistas, estará desfilando em São Paulo.
Velha Guarda?
Que rufem os motores.

16/02/2009

NELSON PASINI, VÍDEO RECUPERADO

Muitos conhecem as obras do Nelson, embora como o próprio diz:

Sou Advogado, tenho paixão pela Época de Ouro do Automobilismo Brasileiro.
Meu Pai, possuía um conhecimento da dinâmica da coisa, e eu Menino,
bandeirando na saída dos boxes de Interlagos.
Possuía um Willys Interlagos, que ficava estacionado na saída dos boxes, junto aos carros das Equipes.
Final de uma prova de longa duração, meu Interlagos não ligava.
Um dos Pilotos que vieram “empurrar”, e ajudar a pegar foi Luiz Pereira Bueno.
Nas Coincidências da Vida, conheci Zé do Táxi, José Carlos.
Minha Paixão pelo Automobilismo, além de minha Profissão, é ser um
Videomaker amador com qualidade de produção profissional.

“Nelson Pasini, é mais um dos que nos ajudam a recuperar a Historia do Automobilismo Brasileiro”.
Visitem http://videolog.uol.com.br/pasavideo
video

13/02/2009

EQUIPE MFG RACING


Meus Caros Amigos.
Estaremos acompanhando no próximo sábado dia 14, a equipe MFG RACING, que disputa o Campeonato Paulista de Históricos V8 5000.
São dois Maverick V8 réplicas, o 11 Berta, pilotado pelo experiente Amilton Rochel, aniversariante do dia, e o 22 Greco Dropgal pilotado por Reinaldo Hernandez.
Eu ficarei nos boxes auxiliando e tentando passar um pouquinho da minha experiência à equipe.
O prêmio esperado é claro, o troféu de vencedor.
Conto com a torcida de todos . Compareçam.
Horários e mais informações, no site da Federação, www.faspnet.com.br
Um abraço
Luiz Pereira Bueno

10/02/2009

DANTE DI CAMILLO


Recebemos um pedido do amigo LUIS EVANDRO ÁGUIA, solicitando ajuda ao ex-piloto Dante Di Camillo, que se encontra hospitalizado:


Caros amigos:
Nosso amigo , ex-piloto de automobilismo e também de aviação, DANTE DI CAMILLO está necessitando de sangue, internado com hemorragia interna.
Quem puder colaborar, a doação poderá ser feita em;
Banco de Sangue da Unidade Central - Vila Nova Conceição
Rua Alceu de Campos Rodrigues, 46, 5º, 14º e 15º andares - Vila Nova Conceição
S.P. (11) 3048 8969
Favor informar que o sangue doado destina-se ao Sr. DANTE DI CAMILLO que está internado na UTI - Box No 09 – na Unidade Coronariana do Hospital Nossa Senhora de Lourdes no Jabaquara
Agradeço do fundo do coração por este ato de solidariedade.

Luiz Evandro “Águia” Campos
PS : Se possível , caso tenha feito a doação favor enviar confirmação para meu e-mail : eaglecampos@uol.com.br

Nesta quarta, 11/02, Dante estará passando por mais um exame, e nosso amigo Águia está acompanhando. Vamos torcer!

08/02/2009

KART , UMA ESCOLA, MANECO UM GÊNIO.



Meus Caros amigos.
17 anos mais velho que Eu, meu Cunhado Claudio adorava e tinha competência por Automobilismo.
Graças a Ele que aprendi a “SENTIR”, as reações de se amaciar um conjunto carro-motor, e decorar durante voltas e mais voltas pacientes, respeitando horários e conta-giros, o traçado de Interlagos.
Criança Eu era, e aprendia aquilo que meu Irmão de Trincheira, Bird fala até hoje.
Os Segredos de Interlagos, coisas que Chiquinho, Bob, Bird, Paulão, Jan, Ingo e todos nós estamos querendo de uma maneira ou outra, reativar parte dele.
Não mais aquele Interlagos que preparou e lançou ao Mundo, pilotos como Émerson,
Wilsinho, Pace, e Piquet. Interlagos nos colocou na Historia do Automobilismo.
Mas sim, um Interlagos que possa ensinar e preparar a juventude dos Pilotos Brasileiros, sem evidentemente prejudicar a Fórmula 1.
Ayrton, que uma vez só fui apresentado, nos representou de forma Digna, e aprendeu no Kartódromo de Interlagos.
Nelsinho Piquet que tive a honra de conhecer recentemente, assim com ver a menina Bia Figueiredo, Felipe Massa a quem devemos muito, a trajetória de vida de Cristiano da Matta, começaram no Kart. Mostra a determinação de uma juventude preparada para serem Profissionais do Esporte.
Kart era uma palavra que Claudio falava muito, criava e inventava, me lembro da prova do Jardim Marajoara, ao lado da Av. Washington Luís em São Paulo. Maneco deu trabalho, e foi a primeira prova, de todos amigos. Não participei.
Já estava envolvido no Automobilismo, enquanto Émerson, Mário de Carvalho, Pace, o Jan, Wilsinho, “curtiam” aquela criação. Participei de uma prova na Base Aérea de Cumbica, em Guarulhos. Na disputa, rodei, peguei uma saliência de terra que acabou minha coroa, tentei voltar. Não teve como.
Depois Carol, os irmãos Lofti, os Giafonne, Waltinho, Ângelo, Toninho Lopes, Toninho da Matta, Émerson, Tigrão e muitos mais.
Dezenas de pilotos, sempre capitaneados pelo Maneco, o maior entusiasta do Kart no Brasil, e o maior “FANFARRÃO” nas pistas, pois aprendeu e conhece tudo, se aventuravam em Mundiais de Kart na Europa, como provam as fotos.
Em 1.972, Émerson foi Campeão Mundial, Tite e Eu, junto ao Pace, Piloto contratado por Enzo Ferrari, estivemos juntos no Mundial de Marcas e Pilotos e o Maneco no Kart, sempre Ele.
Pelo meu conhecimento, o Kart é a única categoria que ensina ainda aos aspirantes, aprendendo a sensibilidade de aceleração, ruídos estranhos no motor, dominar a máquina, analisar uma coloração na vela da mistura de combustível, sentir cambagem.
Não aprendi no Kart, mas muito que sei, desenvolvi com disciplina vendo Claudio introduzir no Brasil o primeiro Kart de competição.
Bird e Eu, creio, fomos os únicos a não corrermos de Kart.
Uma pena não ter comparecido ao evento do Maneco, onde meus Amigos estiveram, mas vou ligar para Tite, se possível, comparecer em Interlagos no próximo fim de semana, onde estarei iniciando mais um Campeonato com os V8 da Equipe MFG, e pedir aos meus Amigos para convidarem o Darci Medeiros, que espero não contar a Historia de quando desmontamos e montamos a Brabham de Reutemann e no dia seguinte a testei na avenida da Represa de Guarapiranga.
Creio que Émerson e Wilsinho não irão ficar bravos com minha pessoa por Eu estar contando isso. Vou ligar para o Anisio também.
Um Abraço
Luiz Pereira Bueno

03/02/2009

TITE CATAPANI



Meus Caros Amigos.
Sábado último, dia 31, fui convidado para uma homenagem ao amigo Maneco Combacau, um dos maiores incentivadores e Piloto de kart do Brasil, agradeci e enviei um grande abraço, pois havia já marcado um encontro em minha casa.
Tite Catapani deu-me grata satisfação de sua visita.
Veio de Araraquara em sua moto BMW 1.100 cc., que classifico um sedan com 2 rodas. Nas 3 horas que ficamos juntos, após saborearmos um bacalhau, falamos assuntos diversos e muitas risadas, Tite é muito engraçado.
Ganhou muitas provas, andava forte e constante, sendo principalmente delicado ao dirigir, mas “perdeu” uma para o cantor Roberto Carlos, como um dos “principais” concorrentes no filme A 300 Quilômetros Por Hora, lógico pelo enredo do filme.
Lamentamos o acidente com Helmut Marko nos 1.000 Km. de ÖSTERREICHRING, Tite e Eu tínhamos os mesmos tempos nos treinos, perdemos a chance em obter o 5º lugar na Etapa do Mundial de Marcas e Pilotos.
Pace fez dupla com Marko, chegaram em segundo lugar, sua primeira prova pela Ferrari, e um fato curioso.
Ele havia sido contratado por Enzo Ferrari, sua primeira viagem com a equipe e não saia de nosso box, risadas e historias, ia treinar e parando, lá vinha o Moco ficar conosco. Falávamos para ele ficar com a Equipe Ferrari, os caras olhavam meio esquisito e ele: Vou lá, dou duas voltas, peço para mexerem no carro e coloco tempo neles, eles melhoram, vou lá e de novo, Ickx e Peterson estão meio bravos e dava risadas, como na foto no grid, ao invés de ficar com seu companheiro, lá estava Moco me incentivando.
Um Abraço
Luiz Pereira Bueno

29/01/2009

OS FÓRMULA 1 QUE PILOTEI e O SUPORTE dos AMIGOS.




Meus Caros Amigos.
Lembranças e momentos, 35 anos se passam, dessas imagens de 74, e muito minha vida mudou.
Hoje Feliz, saio de Itupeva e para meu lar vou.
Bird, Anisio, Chiquinho, Mauro, Émerson, Moco, Wilsinho, Bob, Claudio meu Cunhado, Vasco meu irmão que muito me ensinou, Paulão com quem estive outro dia rindo, Greco e toda esta legião de Irmãos que aqui estão e outros se foram, e excusas aos que não mencionei, como colocou o Garoto Alex outro dia. Muitos de nós estamos vivos. Sobrevivemos.
Não vivo de saudades do Automobilismo, voltei a freqüentar o meio dentro de meu conhecimento e graças ao amigos. Sinto-me Feliz.
Aprendi com minha Mãe, que chegou aos 18 anos no Brasil, depois de viver em um colégio na Suíça, que a humildade e determinação, matavam a fome e nos ensinava o caminho.
Errei em muitas curvas, cai do carro na curva dois de Interlagos, mas aqui estou, transmitindo estas palavras aos amigos que escrevem na Internet.
Um Abraço
Luiz Pereira Bueno

OS FÓRMULA 1 QUE PILOTEI.


Meus Caros Amigos.
Após as experiências com a March em 1.972, e Surtees em 1.973, tive o prazer de guiar uma máquina de Fórmula 1 em 1.974, no Autódromo de Interlagos.
Os Fittipaldi tinham alguns carros de competição, que ficavam guardados na oficina de nossa equipe, em Veleiros, pertinho do autódromo, e nos pediram o favor de aprontar um dos carros, pois haveria uma filmagem de publicidade dos Relógios Timex.
Um dos profissionais da Produção, foi Fernando Villafranca, cuja Família de imigrantes participou heroicamente das primeiras provas desde o final da década de 30 no Brasil.
Fernando ainda possui sua Produtora, www.autofocus.com.br, e um espaço na Internet contando um pouco da historia de seus familiares nas competições em www.autofocus.com.br/villafranca
Darci Medeiros, nosso mecânico e Eu, acertamos o carro, fabricamos uma haste que deveria ficar próxima ao pneu traseiro esquerdo, aqueles pneus enormes que equipavam os carros.
Colocamos o carro, gasolina, e ferramentas em nosso caminhão e fomos para o circuito.
Émerson havia ganhado o Mundial de Pilotos em 72 com a Lotus, e Jackie Stewart meses antes, em 73 com aquele carro, a Tyrrell número 5.
A Tyrrell Ford- Cosworth / 006 era uma máquina leve, uns 570 quilos, e quase 500 hp. de potencia, estava sem a pintura de patrocinadores, mas perfeita.
Émerson faria as externas e cenas curtas da filmagem, e Eu com seu macacão e capacete as cenas de pista.
Já conhecia o esquema de publicidade, pois Anísio e Dulce eram craques e aprendi muito,
mas nunca imaginava o porque do suporte na roda.
A Timex sempre mostrava resistência nos seus relógios nas propagandas, e simplesmente, o prenderam na haste, eu acelerando e veículos filmando.
Pelo retrovisor via ricochetear no pneu, e monitorando temperatura de água e óleo, precisava sempre dar umas duas voltas rápidas para voltarem ao normal, momento que tirava minhas casquinhas do carro que Jackie Stewart havia sido Campeão. Bem diferente dos anteriores que havia guiado, transmitia segurança, potencia tremenda, dirigibilidade perfeita, gostei do carro. Mesmo nos momentos de asfalto molhado, pois jogavam água para mostrar que era a prova d’ água.
E do relógio também, ele não quebrou. Se tivesse ganhado um no dia, funcionaria até hoje, 35 anos depois.
Um Abraço
Luiz Pereira Bueno

20/01/2009

MINHAS PRIMEIRAS VITORIAS.


Meus Caros Amigos.
Como sabem, nossa geração começava a competir com 19, 20 anos.
Nossos Pais exigiam estudo, muitas Famílias achavam o esporte perigoso, e compartilhávamos a adolescência com visitas a oficinas, Interlagos e pontos de encontro. São Paulo era pequena.
Umas das únicas exceções eram Wilsinho e Émerson, pois Dona Juzi e o Barão sempre estiveram ligados aos esportes a motor, mas mesmo assim Émerson se aventurava nas motocicletas e Wilsinho no Kart a partir dos 15, 16 anos.
Vasco meu irmão e Cláudio meu cunhado, já envolvidos com competições, e Eu com 12 anos, era aquela criança que perguntava, observava em silêncio, desde preparações até a maneira dos carros entrarem nas curvas em Interlagos.
O motivo de nossa geração começar a ganhar assim que começávamos a correr, como Chiquinho, Bird, Pace, Jan, Anísio e muitos mais, era que tínhamos o conhecimento, cada um a sua maneira, de mecânica e pilotagem, pois foram anos sonhando em entrar nas pistas pela primeira vez, estávamos preparados já.
Nas férias escolares, íamos para a fazenda de Cláudio, onde existia um lago enorme.
Ele e Vasco demarcavam uma raia, escolhiam um bote para mim, onde a única coisa que fazia era puxar a cordinha para acionar o motor Johnson, enquanto eles regulavam carburação dos deles.
Eram dias deliciosos, eu ganhava e os dois “inventavam de colocar lastro” no meu bote, anilhas de halterofilismo, por Eu ser mais leve, levavam a sério.
Divertia-me a cada dia que acordava, pois imaginava a água ser uma pista e distribuía os discos de peso conforme as “condições da pista”, sem eles verem lógico, e meu rendimento aumentava.
Claudio e Vasco tiveram grande influência no meu sucesso nas pistas, aprendi muito com eles.
Um Abraço
Luiz Pereira Bueno

19/01/2009

SEXTA FEIRA, DIA 16


Meus Caros Amigos.
Mais uma vez agradeço os votos de felicidades a minha pessoa.
Alex, meu garoto nas pistas, minhas lembranças, um dia vou escrever de Eu e Vc..
Suas palavras e sua dignidade religiosa que nos fizeram estarmos aqui agora, você me ensinou muito.
Engraçado isso, antigamente e até hoje, envio telegramas em datas especiais, como enviei a Família Caltabiano semana retrasada pela passagem de um Grande colaborador e Amigo nosso na Equipe Hollywood, do Automobilismo Brasileiro e do mercado comercial do Brasil na venda de carros, como o Greco nos ensinava na Willys.
Hoje vocês sentados em casa, dos lugares do mundo mais distantes e onde nunca participei de provas, me enviam mensagens.
Nesta noite chuvosa de sexta feira, estiveram em minha residência alguns amigos, que queriam me levar para uma pizzaria, mas minha esposa, Tânia havia preparado um rosbife, maionese, gelei a cerveja e foram horas agradáveis de conversas.
Fui presenteado com a Miniatura de número 000, dizem que a primeira, do 908/02, presente do Flavio de Curitiba, que soube estava a vir aqui, e compromissos profissionais o barraram, Ciro, Ronaldo, Amilton e Reinaldo, feita pela Equipe do Apuzzo, que tive o prazer de conversar mais profundamente no último encontro dos Nobres do Grid ano passado.
Creio que me deram com segundas intenções o 908/02 pequeno, pois quando a vejo aqui, vem a minha memória momentos inesquecíveis o conduzindo.
E já na madrugada, falando da dificuldade em acompanhar o ritmo do Joest nos 500 Km. de 1972.
Prova tradicional pelo anel externo de Interlagos, com média nos treinos de 220 km/h, como as dos Formula 1 de hoje, pois ele trouxe um 908/03, 100 quilos mais leve que o nosso a seco, isso me lembrou uma historinha de lastro nas competições que estou acabando de escrever. De como Wilsinho, Bird, Pace, e muitos outros começamos a correr.
E nosso caçula que veio a ser o maior de todos, que nos incentivou a viajar e mostrar aos Pilotos da Europa, que Interlagos era uma escola. Meu amigo Chiquinho desdenha muito bem a verdade, de quem andasse bem em Interlagos, seria Campeão. Nunca encontramos dificuldades nas pistas Européias, simplesmente nos adaptávamos.
Mais uma vez, obrigado a todos.
Luiz Pereira Bueno

17/01/2009

UM TELEFONEMA ESPECIAL


Meus Caros Amigos.
Esta semana recebi um telefonema que muito me emocionou.
Ao atender, do outro lado em Londrina, o Beppe, após 40 anos sem nos vermos.
Ettore veio da Itália, onde trabalhava na De Tomaso ligado ao setor de competições, profundo conhecedor de mecânica e bota como piloto.
Ficamos pouco tempo na ligação, a emoção estava sendo forte demais para nós, muito mesmo.
Mas fiquei feliz e ansioso agora, pois meus amigos aqui, e minha amiga de Londrina Silvia e seus filhos, estão organizando a vinda do Beppe para um encontro aqui em São Paulo, e vamos participar a vocês de tudo que fizemos juntos, como as 500 Milhas de Interlagos de 1962 com um Renault Gordini, onde chegamos em 7 na geral e primeiro na nossa categoria, a frente dos DKWs.
Por sinal Flavinho Gomes, o motivo que nunca corri de DKW?
Havia um Diretor que queria muito, vivia me convidando, até nas reuniões de Família em casa. Mas minha índole não permitia, pois iriam falar que eu estava lá, por interferência de meu primo, Mauro Pereira Bueno, que era o Diretor da Vemag.
Aproveito e agradeço os votos de aniversário e desejo saúde e paz a todos.
Um Abraço
Luiz Pereira Bueno

14/01/2009


texto do blog
por Ronaldo Nazar

Luizinho.
Espero que você esteja muito feliz nesta semana de seu aniversário. Pois não é para qualquer ser humano normal, chegar nesta trajetória de vida, gozando de uma excelente saúde. Exercendo a profissão que lhe foi confiada por Deus , que lhe deu esse imenso talento de dirigir automóveis com uma suavidade e precisão impares. Voce não completou 72 voltas na vida . Você simplesmente marcou esta trajetória brilhante com lições que jamais esqueceremos , quer nas vitórias , que não foram poucas, quer nas derrotas. Essa longa estrada da vida lhe ensinou muitas e muitas lições, às quais na sua conhecida humildade , você não esqueceu de nos passar. Estamos aproveitando estando agora do seu lado para digeri-las. Parabéns , Luizinho. Que venham muitas outras voltas sempre regadas a muita sabedoria , humildade e principalmente saúde.
Viva o grande Peroba.

12/01/2009

2009


texto do blog
Como Consultor Técnico da Equipe MFG, com os Maverick V8 prontos para
a temporada 2009, Luizinho já inicia o ano supervisionando a restauração
de um Thunderbird V8 1955.

O TEMPO







texto do blog
2.008 foi corrido para o Luizinho a convite da Renault do Brasil.
Na comemoração dos 50 anos de Competições da Fábrica no Brasil, e Renault Road Show, com Nelsinho confessando: Meu Pai sempre contava a História de vcs. para mim.
E Luizinho sobre o evento com mais de 100 mil pessoas: No nosso tempo fazíamos propaganda, hoje a mídia é mundial.

PROPAGANDAS


texto do blog
Filmagem para comercial, dirigido por Anísio Campos e Dulce Lee, usando o famoso 908/02, da fantástica Equipe Hollywood.
E um painel de propaganda da Cibié, entre as curvas do Laranja e Pinheirinho nas Mil Milhas de 1.967.

HOSPITALITY CENTER em 1.967


texto do blog
A largada das Mil Milhas de 67, com os “estrados”, onde ficavam os convidados das Fábricas e Equipes, com a carta de agradecimento da Willys.

SUCESSO na MODA. EQUIPE BINO


texto do blog
O texto em si mostra a visão mercadológica da relação Automobilismo / Marketing na década de 70.

AUTOMODELISMO


A conhecida Casa Aero Brás importava miniaturas de competição do Japão, e agregava a propaganda junto às provas de automobilismo.
Hoje são feitas réplicas dos carros e protótipos.

EQUIPE HOLLYWOOD




texto do blog
Ao Sucesso, ou o sucesso dos Pilotos nas pistas do Brasil e países vizinhos, como da Europa, e a genialidade de Anísio Campos e equipe, marcaram para sempre o nome.

26/12/2008

1.000 Km. de ÖSTERREICHRING. UMA HISTORINHA.


Meus Caros Amigos.
Historinha – Em 1972 a Equipe Hollywood enviou o Porsche 908 a Sttugart para trocar o motor e aproveitamos para participar dos 1.000 Km. da Áustria – “Mundial de Marcas”. Tite Catapani e Eu fomos então para Zeltweg. Só chovia, direto e forte (verão europeu). Com o motor novo, comecei a andar, suave, para assentamento do motor nos treinos de quinta feira. Na sexta, continuava a chover e dividi com Tite a tarefa de “andar manso”, que nos foi útil para nos adaptarmos a pista. Circuito de alta, sinuoso, como havia na época, média de 200 Km/h. Média que tínhamos em Interlagos em provas pelo anel externo.
No sábado, ainda com chuva já liberados do amaciamento, começamos a andar mais rápido, ou seja, a andar como sabíamos... Pudemos então observar melhor nossos adversários! Equipe Ferrari com 4 carros, Equipe Matra , a Porsche com seus 911 e 910, vários 908, os Ford Mirage da Gulf e ainda outros que não me lembro, uns 45 carros. Depois da classificação, onde ficamos em sétimo, Anísio Campos (chefe de equipe) perguntou-me, “Que tal a barra ai ?” respondi, “Olha Anísio, fizemos o sétimo tempo mas com a turminha da força livre” nem pensar, pois esses caras andam pendurados no motor, freio e pneus. Agora, tem um piloto na 2 litros que realmente anda forte. É com ele que vamos nos confrontar. Fiquei 5 voltas atrás dele e quando passei, ele foi ficando pouco a pouco por cerca de umas 12 voltas, o cara é tinhoso...”
Mais à noitinha, Anísio, já íntimo do Diretor de Competições da Bosch veio me contar: O piloto do protótipo 2 litros Chevron BMW de fábrica, nada mais é que Rolf Stommelen, campeão da 2 litros e que também ficou curioso em saber quem era afinal o piloto do Porsche Hollywood do Brasil.
Disse Rolf à “Heu Bosch” : “Eu não me lembro de ter visto um piloto tão impecável como esse brasileiro.” “Será o meu adversário de amanhã (domingo) dia da prova.”
Foi à primeira prova em que uma equipe brasileira participou no Campeonato Mundial de Marcas e Pilotos em solo Europeu.
Moral da História: Boi preto cheira boi preto!
Um Abraço
Luizinho Pereira Bueno.

1.000 Km. de ÖSTERREICHRING LARGADA.


texto do blog
Muitos dos Pilotos que participavam do Mundial de Pilotos em 1972, corriam ou vieram a correr na F1.
Jacky Ickx, Tim Schenken, Brian Redman, Mario Andretti, Clay Regazzoni, Arturo Merzario, Helmut Marko, Henri Pescarolo, Graham Hill, Rolf Stommelen, François Cévert , Peter Revson, Reine Wisell , Jochen Mass , o nosso José Carlos Pace, enfim, um time de assustar.
Os carros, Ferrari 312PB, Alfa Romeo 33TT3, Mirage Gulf M6 Ford, Lola T290 Ford, Matra-Simca MS670, Porsche 908, 910, e muitos mais, de equipes de Fábrica, equipes Privadas mas com grandes patrocinadores.
Rodavam o Mundo, com etapas na Argentina, Estados Unidos e toda Europa.
E enfrentando a todos, nestes 1.000 Km., a dupla Tite / Luizinho, “de passagem pela Áustria”, coloca no grid, o famoso Porsche 908/02 da Equipe Hollywood, em sétimo lugar, atrás somente das quatro Ferraris de fábrica, da Lola T280 Ford com Vic Elford-Gérard Larousse, e do pole Mirage Gulf M6 Ford com a dupla Derek Bell-Gijs van Lennep.
Luizinho faz uma largada sensacional!

25/12/2008

1.000 Km. de ÖSTERREICHRING FOTOS


texto do blog
Mas, classificando em sétimo, na altura da volta 32, Helmut Marko vem para colocar uma volta em Luizinho, e o Peróba o mesmo em um retardatário. A Ferrari tenta passar os dois ao mesmo tempo, se atrapalha, entra em pêndulo, e dá um “totó”, jogando o Porsche 908 no guard rail, provocando a quebra da suspensão e o abandono.
170 voltas, mas uma prova rápida, de quase 5 horas, média na casa do 200 Km/h., onde pelo resultado final, e tempos de volta, com certeza um quinto lugar estaria garantido.
Isto há 36 anos!
E este mesmo Porsche 908/2 utilizado por Luizinho em 1971 e 1972, foi matéria da revista Clubnewes da Porsche, no ano de 2002.
De autoria do jornalista Luis Alberto Pandini, a reportagem "Patrimônio Nacional", mostra fotos de época, histórias, resultados das corridas e, em seguida, o trabalho de restauração depois de 25 anos em que o carro ficou guardado em uma garagem.
O link para baixar o PDF da reportagem "Patrimônio Nacional".

23/12/2008

ANIVERSÁRIO de UM AMIGO


Meus Caros, hoje é dia de presentes.
Nesta data, 23 de Dezembro, meu Grande Amigo, Bird Clemente completa mais um Ano de Vida.
São mais de 40 anos de uma amizade fraterna, anos de recordações, como ele as recordou em seu livro, Entre Ases e Reis de Interlagos.
A você meu Amigo Bird, um abraço forte do seu irmão de trincheira.

Luizinho.

18/12/2008

FELIZ NATAL e VIVA 2009


Meus Caros. Agradeço de coração todo carinho e Amor dedicados a minha pessoa neste ano de 2008.
Nenhum de vcs. é capaz de imaginar minha maior vitória, que é estar cercado de grandes amigos. Desejo a todos e suas Famílias um Feliz Natal e um 2009 cheio de Alegrias e Vitórias.
Um Beijo a todos.
Luizinho Pereira Bueno.